quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Pintura da garagem


Essa aconteceu hoje.
Mais uma vez, lá fui eu para minha rotina de trabalho viajando. Saí no domingo a noite (dia 23/10) e irei retornar apenas no sábado, dia 29 (chegando por volta das 2h). Como a viagem é para Brasília/DF, peguei um ônibus para São Paulo e de lá o vôo para Brasília. Na volta para Bauru/SP, vôo e ônibus de novo. O carro, é claro, ficou confortavelmente estacionado na garagem. Hoje a noite minha mãe me liga e diz que vai pedir pro meu irmão tirar meu carro da garagem amanhã, porque aquela pintura que faz um século que não sai, decolou na minha ausência e já pintaram TODAS as garagens, EXCETO a MINHA! Será que eles vão pintar a minha garagem amanhã?
Deixe-me advinhar o que vai acontecer: O carro da vizinha vai estar estacionado o dia inteiro, impossibilitando a pintura da faixa que divide as garagens.

Baile do CTI - Unesp Bauru, pedrada no vidro




O colégio onde eu estudava organizou um baile. Houve uma empolgação geral e até eu que não sou muito de baladas resolvi ir.
Parei o carro na rua e fiquei no baile até umas 1h, quando resolvi ir embora. Ao entrar no carro notei o vidro do quebra vendo do passageiro totalmente estilhaçado. Em uma checagem rápida da situação, vi também que a fechadura do passageiro havia sido forçada, parecendo estar esgarçada.
Uma pessoa na rua me falou que viu um cara jogando um tijolo no meu carro para quebrar o vidro e tentar roubar o carro. Por "sorte", quem instalou o rádio no carro fui eu e o meu primo e, como não conseguimos prender certinho o rádio no encaixe, entortamos para dentro algumas garrinhas para garantir que o rádio não voasse para fora. O cara deve ter tentado de todas as maneiras tirar aquele rádio de lá... Esse epsódio me custou uns 30 reais do vidro do quebra vendo do passageiro, mas ainda me considerei um cara de sorte pelo bandido não ter quebrado o vidro lateral.

Gato atropelado

Eu tinha pegado a CNH a poucos meses e lá ia eu com minha mãe para não sei aonde sair dar uma volta. Aquele nervosismo e excesso de cuidado típicos de quem acabou de tirar a carta, quando de repente, um muleque atentado passou correndo de bicicleta na calçada assustando um gato, que correu exatamente para debaixo do pneu do carro. Não teve jeito, passei bem por cima dele. Aquilo me despertou um sentimento de tristeza e culpa enorme. Parei o carro e voltei para dar uma olhada no pobre bichano, que estava se estribuchando no asfalto. Fiquei uns 5 segundos olhando a cena quando percebi umas pessoas com olhares de profundo ódio na minha direção. Me senti como um americano que entrou sem querer em uma festa do ditador Líbio Muammar Ghaddafi. Voltei para o carro e saí. O que quer que eu tenha saído para fazer aquele dia, só o que eu queria era voltar no tempo e salvar o bichinho. Felizmente foi o único animal que eu matei em 11 anos de habilitação...

Boot no carro


Em um ensolarado final de semana, domingo de manhã, lá vou eu pegar o carro na garagem e ir para a casa da namorada. Tento ligar o carro e nada, tento de novo e nada. No dia anterior eu tinha andado o dia inteiro com o carro normalmente!
No mesmo dia eu tinha uma feijoada de um amigo para ir em um lado da cidade (já paga, 20 pila por pessoa) e a mulher para buscar do outro. Para ajudar, na segunda feira teria de viajar para Diadema (moro em Bauru/SP) para atender a um cliente, e o apto funcional da empresa é em São Paulo. A atividade duraria até sexta-feira e prosseguiria na próxima semana.
Chamei o socorro mecânico do seguro, o cara veio (depois de mais de 1 hr) e olhou, olhou, tentou ligar, pediu para eu tentar com a chave reserva, e nada... Ele disse o óbvio: Você vai ter que levar em um mecânico para dar uma olhada!
Bem, é domingo, não tem mecânico. Não terei a segunda para levar o carro no mecânico porque terei que viajar. Então eu fui de ônibus para São Paulo, peguei metrô e ônibus para ir ao meu destino de segunda a sexta e no próximo sábado, fui bem cedinho na oficina (levando o carro com o guincho do seguro).
O cara da oficina olhou, olhou, testou bomba de combustível, testou bobina, testou vela, testou tudo. O motor girava mas o carro não pegava.
Após umas 3h de tentativas o cara me disse: Vou tentar desligar o cabo da bateria e ligar novamente para reiniciar o módulo. Feito isso puft! O carro ligou!
Paguei 100 reais pelo boot no carro. Justo eu, da área de informática ter que pagar a alguém para desligar e ligar um cabo de bateria e dar um boot em um sistema.
O problema ocorreu umas 3 vezes depois disso, mas eu já estava preparado e dei o boot no carro!
Se isso ocorrer com você, fica aí dica.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Pagamento atrasado

Entrei em uma empresa no meio de 2005, como estagiário. Em janeiro de 2006 fui efetivado, quando então a empresa passou por uma dificuldade financeira muita grande, resultando no atraso dos salários. O detalhe: O primeiro mês que atrasou seria o meu primeiro mês de salário de verdade.
A situação permaneceu assim até março de 2007, quando por motivos financeiros deixei a empresa (com muito pesar, pois o ambiente era ótimo). Adivinha o que ocorreu? A empresa fechou uns projetos e pagou TODOS os atrasados. Desse dia em diante eu assumi a minha condição zicada e tento conviver com ela da melhor maneira possível.
Voltei a trabalhar nessa empresa, mas agora como prestador de serviços autônomo (PJ). Deu certo! Se eu for registrado, acho que tem uma possibilidade da empresa passar por dificuldades de novo...

Celular com problema

Comprei um celular TIM em um plano pós-pago para uso no trabalho, um Sony Ericsson. O aparelho que veio durou exatos 2 meses e então deu problema, não ligava mais. Tentei resolver o problema, liguei para um, falei com outro, falei com mais outro. Após muito tempo, me passaram um 0800 que "resolvia" os problemas.
Liguei lá, me passaram um número de vale postal, postei o celular com problema e recebi outro no lugar (nisso lá se foram umas 3 semanas). O celular recebido durou exatos 2 dias e deu o mesmo problema do primero.
Agora imagine encaixar isso em uma rotina de trabalho viajando, com horários a cumprir nos clientes (todo o horário comercial, geralmente) para no final de contas ainda não resolver o problema. Sem contar o transtorno de não poder usar o celular.
Acabei comprando um Nokia, o mais barato que encontrei. Ele funciona até hoje (3 anos depois).
Tenho uma teoria: Os aparelhos "de graça" disponibilizados nos planos são os piores possíveis. Refurbished do reprovado na análise de qualidade. Ao comprar um celular + plano, fique esperto, senão a zica te pega.

Assalto, roubo de celular

Uma pessoa que nunca foi roubada a mão armada não pode se dizer verdadeiramente zicada. Pois é, eu fui!
Estava viajando atendendo a um cliente em São José dos Campos/SP. Após um dia extenso de atividades, fui a um bar e me encostei no balcão pedindo uma cerveja. Minutos depois chegam dois meliantes, um deles, armado, parou ao meu lado e, para não dar muito na cara para quem passava na rua o que estava ocorrendo, deixou a arma por baixo do nível do balcão, apontando para a minha zicada barriga.
O outro meliante foi tentar tomar uma faca de um garçom, que não entendendo muito bem o que estava acontecendo negou, segurando a faca com força, o que deixou o meliante ao meu lado, com o berro na minha barriga, meio nervoso.
Após a tradicional gritaria dos meliantes, o caixa do bar foi assaltado em cerca de 600 reais e o cara ainda quis bater geral em mim para levar alguma coisa antes de sair. Eu estava com o celular no bolso esquerdo e a carteira no bolso direito. Levantei um pouco o celular, de modo que quando as mãos do cara o perceberam, o tomaram imediatamente sem levar a minha carteira. Tinha um cara com um laptop em cima da mesa e os caras levaram meu motorola que me tinha custado uns 400 reais e não levaram o laptop do cara.
Tudo bem, isso acontece as vezes, pensei. Porém quando olhei no relógio tive a certeza de que eu era zicado. Faltavam 5 min para as 20h, hora que a minha namorada iria me ligar. Como o namoro estava no início, eu ainda não sabia o celular dela de cabeça. Imagina a situação: ligar para a sua cunhada pedindo o telefone da sua própria namorada.
Naquele mesmo dia ainda tomei uma caipicerva. Afinal, se aborrecer pra que?

Cachimbo da Moto

Sexta-feira a noite, trabalho em uma cidade a 70 km da cidade que moro e combinei com os um pessoal do trampo de fazer um churras numa edícula. Tudo está ótimo, a carne está boa, a piscina tá legal quando começa a chover.
Após algumas cervejas, eu senti uma certa confiança de ir para casa. O detalhe: eu estava de moto, de moto não, de Titan.
Não deu nem 10 km quando a forte chuva molhou o cachimbo da moto, fazendo o motor parar instantâneamente. Agora é sexta-feira, está chovendo forte e são 22h. Se imagine no meio do nada, com uma moto em uma estrada vicinal com um acostamento mal cuidado ao lado de plantações de cana em um breu absoluto. Esta foi a situação por umas 2 horas. Eu cheguei a tirar a camiseta para tentar secar o cachimbo e fazer telhado com o corpo sobre a moto para não molhar mais. Quando finalmente a Titan pegou, andei 200 metros e ela parou de novo. Após repetir o procedimento por umas 10 vezes, me abriguei abaixo de um viaduto onde esperei calmamente a chuva terminar para voltar.
Quem manda beber e quem manda ser zicado...

CNH caçada

Tirei minha CNH assim que fiz 18 anos, nos anos 2000. Tive um Gol que comprei de meu pai e então vendi esse automóvel no final de 2004. Em 2005 renovei minha CNH, tirei habilitação para moto, tudo muito bem quando em abril de 2010 fui renovar minha carteira e descobri que eu tinha uns 25 pontos na carteira. Mas como, se eu nunca sequer havia tomado uma multa?
Bem, a pessoa para quem eu vendi o carro simplesmente não transferiu o veículo e as multas foram caindo sobre a minha carteira. Não teve jeito, fiquei um mês sem CNH após assumir que eu tinha tomado multas que na verdade eu não tomei, já que esse era o jeito mais rápido de resolver (de outra forma, na justiça, levaria no mínimo uns 6 meses).
Um mês sem carro pode parecer normal, mas quando se trabalha viajando e quando a namorada mora longe da sua casa é bem complicado.
Apenas esclarecendo a cronologia:
2000 - Tirada CNH
2004 - Venda do Carro
2005 - Renovada CNH
2005 - A compradora do Carro tomou uma porrada de pontos na minha CNH, no mesmo radar!!! Ela é burra e eu que me ferro.
2010 - Ao renovar, lá estavam os pontos.

Além da CNH caçada e de ficar um mês inteiro sem dirigir, foram aproximadamente 350 reais de curso de reciclagem. Isso é que é Zica.

Porque eu sou zicado


Já teve a impressão de um dia você simplesmente acordar com o pé esquerdo? Ah sim, com que frequencia? TODO O TEMPO!
Pois é! Isso é o que acontece comigo! Confesso que sou um cara bastante cético, mas já cheguei a tentar até entrar nos lugares com o pé direito e coisas desse tipo (como um experimento), mas não deu certo não. A zica me persegue.
Comecei a achar que tinha alguma coisa no meu primeiro emprego, após um estágio na Prefeitura Municipal de Bauru. O trabalho era normal, mas devido ao fluxo de caixa da empresa, os salários dificilmente caíam no 5o. dia útil do mês. Isso até me ajudou, pois me desincentivou a fazer contas, mas no fundo no fundo eu sabia que algo estava errado.