sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Chuva na praia 1/2 - Caraguatatuba





Se você já ficou um tempão planejando uma viagem de férias, sabe como eu estava me sentido para essa.
O hotel marcado, eu ia chegar na sexta a tarde e voltar na segunda de manhã. Um casal de amigos foi comigo. Era dezembro de 2008.
No caminho o tempo estava ótimo, mas chegando próximo de Caraguá começou a ficar escuro. Meu colega começou a me alugar: "Vai dar Zica, olha que chuva vem aí...".
Não deu outra, o tempo ficou fechado na sexta e no sábado até umas 12h. A tarde, o tempo deu uma trégua e abriu um solzinho, mas no domingo fechou de novo, chegando a chover em alguns horários.
Na segunda (que iríamos embora), abriu um sol maravilhoso. De tão bonito deu até raiva, pois ele ficou se escondendo de nós o fim de semana inteiro.
Curti bastante a viagem, mas é claro que esse tempo ruim todo não podia ficar de fora. O importante é que depois disso eu fui mais vezes na praia (e choveu mais vezes também).

Cartão preso na máquina 12/11





Um certo sábado de, estava eu me dirigindo ao cabelereiro. Na carteira, não tinha nem 1 real e o moderno salão só aceita dinheiro. Tinha o corte marcado para as 15h então passei as 14h30m em um caixa eletrônico próximo para sacar o dinheiro.
Nesse mesmo caixa eletrônico, ficou preso um envelope de depósito de dinheiro de minha noiva (que estava comigo no dia). Eu deveria ter ouvido meu eu interior dizendo: "Não saque aí... Não saque aí...".
Ao tentar efetuar o saque, coloquei o cartão, digitei a senha e... NADA! A máquina travou e não devolveu o cartão. O cartão ficou preso na máquina. Tentei retirar ele de todas as maneiras mas não teve jeito. Gritei impropérios, dei uns tapas na máquina (fiquei com a mão doendo depois) mas nada disso ia resolver. Pensei então: "Vou em outro caixa tentar sacar com o cartão da poupança". Lembranças do ocorrido em Botucatu (Zica do saque de 90 reais) me invadiram, mas eu não tinha alternativa.
Fiquei pacientemente esperando alguém fazer uma operação em algum caixa para ver se ele ia funcionar. Quando então, um velhinho foi em um caixa eletrônico e efetuou um saque. Fui logo atrás dele para fazer o saque com o cartão da poupança. Ele ficou me olhando com uma cara...
O que importa é que deu certo. Como não tive tempo de correr atrás de um novo cartão, ainda estou sem cartão da conta corrente. Para ajudar mais ainda, a Caixa Federal diminuiu ainda mais o limite de pagamentos / operações que podem ser feitas pela internet.

sábado, 5 de novembro de 2011

Pesadelo da casa própria

No início de 2009 eu comecei a busca pelo sonho da casa própria.
Teria de financiar pois não tinha dinheiro suficiente para comprar um terreno ou casa ou apartamento e os valores dos imóveis subiam muito além das minhas capacidades cumulativas de capital.

Parte 1 - Encontrando o imóvel - Terreno Zicado
Primeiro achei um terreno, o proprietário queria 30 mil, o terreno estava na imobiliária. Ofereci proposta no mesmo valor e corri atras de empreiteiro, engenheiro, pedreiro, além é claro de mostrar o terreno para TODO MUNDO. Olho só onde eu vou construir minha casa! Olha só, vou fazer uma churrasqueira no fundo. Mais para frente quero fazer uma piscina, e essas coisas.
Depois de umas 2 semanas liguei na imobiliária para saber o pé que estava a situação e para iniciar o levantamento dos documentos. Eles ligaram para o dono do terreno que pediu mais uma semana de prazo. Depois de uma semana o cara falou. É que eu já tinha vendido o terreno e estava com vergonha de falar! Aquilo me deu um ódio no coração. Porque o cara não falou de uma vez?! Porque ele vendeu e deixou o terreno na imobiliária. No final acabei me conformando que tinha sido melhor, pois um imóvel térreo me causaria problemas devido a minha rotina de viagens.

Parte 2 - Vários Imóveis
Depois de muita procura, chegou um momento que eu achei que realmente não teria a capacidade de encontrar um negócio que eu tivesse condições de arcar. Cheguei a fechar negócio em um apartamento na planta, mas no dia seguinte o corretor me ligou com um monte de mudanças.

* O valor da parcela será mais alto do que a gente pensava
* Você tem que correr atrás sozinho da documentação junto a Caixa, nós só fazemos a venda e pegamos parte do seu dinheiro.

Muito stress e muitos apartamentos / terrenos e casas depois, encontrei o apartamento, no final de Fevereiro de 2010.

Parte 3 - O financiamento

Para resumir, foram vários problemas / zicas:

* Processo de Financiamento demorou 9 meses, isso mesmo 9 meses, um parto!
* Banco entrou em greve
* Não queriam liberar meu FGTS
* Não queriam aceitar comprovação de renda por DECORE
* A cada demora eles pediam novos DECORES e novos comprovantes de residência
* Viajando ficava difícil de levar os documentos

Quando então, em novembro de 2010, eu passava pelo momento mais estressante da minha vida profissional, eles vieram com novos entraves e necessidades de DECORE e outras. Novembro passou, eu consegui assinar o contrato, o cara recebeu o dinheiro e tive outras surpresas:

* Prazo: Eu queria 240 meses (20 anos), fizeram em 300 (25 anos)
* Taxas: Milhões de Taxas e valores até dizer chega.
* Cartórios, firmas, mais demora
* O proprietário só liberou o apartamento no meio de dezembro/2010

Parte 4 - Entrando no AP

Quando finalmente estava tudo certo, peguei o apartamento. Não pude ir pessoalmente fazer a vistoria, então minha mãe foi. Mais surpresas.
Arrancaram até os bocais das lâmpadas! Tiraram cortinas, estragaram os cabos de TV (na tentativa de tirar).
Tudo bem, peguei o AP e fui consertando tudo aos poucos. Apareceu um vazamento de água também que consertei. Pelo menos agora estou morando no que é meu. Espero que você tenha mais sorte para ter a sua casa própria e se já tiver, dê graças a Deus!

Quitação de Financiamento de Automóvel




Muitas pessoas já devem ter passado por dificuldades para comprar alguma coisa, pegar um empréstimo, receber um produto ou obter garantia. Já eu passei dificuldades para quitar um financiamento. Isso mesmo! Você não leu errado. Deu Zica para pagar um financiamento.



Tinha eu um fiat Palio financiado que eu utilizava mas que estava no nome de minha mãe. Encontrei um outro veículo que me interessou e fui fazer a troca, que envolveria os seguintes atos:



  • Quitar o financiamento do Palio (Eu)

  • Transferir o Palio para a Garagem (Garagem)

  • Financiar o Saldo Devedor do novo veículo adquirido, descontando o valor de mercado do Palio, dado como entrada.

Pois é, ao ir ao banco HSBC para quitar meu financiamento eu nem imaginava que iniciaria uma seara de mais de um mês para resolver o problema.


Fui ao banco HSBC e solicitei a emissão de um boleto de quitação, que eu pagaria na boca do caixa do meu banco (a CEF). Eles se negaram a emitir o boleto, solicitei então que recebessem um cheque meu para quitar o financiamento e, pasmem, eles não aceitaram alegando que o cheque tinha de ser da pessoa da qual o financiamento estava no nome. Afinal, vai que alguém quer te prejudicar pagando um saldo devedor de 10 mil reais de um financiamento que você fez? Ameacei ir na Polícia / Procon / Banco Central / Dilma Roussef / Pequenas Causas / Máfia / Matadores de Alguél e eles me deram outra opção, pagar com um cheque administrativo.


Fui no meu banco (CEF), paguei uns 30 reais para emitir um cheque administrativo e voltei lá no HSBC com o cheque. Notei que o operador não tinha a menor idéia de como proceder e ligou para um, ligou para outro e depois abriu o jogo. Não sei o que fazer, quem sabe e deveria estar aqui está almoçando. Eu quase soltei um "F...-se você, eu vou ficar aqui olhando pra sua cara esperando então!", mas fui mais sutil e disse apenas que não iria sair de lá sem meu problema estar resolvido. Uma outra pessoa voltou do almoço e emitiu um comprovante de pagamento.


Você acha que acabou? Nãããããão.... Tem mais...

Um mês depois a garagem disse que não conseguiu transferir o carro para o nome dela pois ainda constava o Gravame do HSBC.


Aí foi a gota d'água. Fui em todos os lugares que aceitaram receber minha reclamação (inclusive o Banco Central). Os dados do comprovante já tinham até se apagado, sorte que tinhamos tirado um xerox, tivemos que mandar o comprovante umas 3 vezes por fax para o HSBC "achar" onde estava os 10 mil reais que eu tinha pago.


Depois de 2 semanas de enrolação, alguém do HSBC ligou e o problema estava resolvido.


Porque tudo tem que ser assim tão dificultoso? Depois fiquei sabendo pelo pessoal que trabalha com venda de veículos que o HSBC é simplesmente o pior banco nessa modalidade! Que eles não trabalham mais com eles por conta da quantidade de problemas que eles causam ao cliente para resolver coisas SUPER SIMPLES. Pelo menos, eu não era o único.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Pneu Furado

Quem nunca furou um pneu? É fato corriqueiro na vida de qualquer pessoa, e quanto mais você usa o carro, mais sujeito está a esse contratempo.
Comigo aconteceu na Praia Grande/SP (moro a 450 km de distância em Bauru/SP). O problema maior foi o contexto e o desdobramento da história.
Sai do cliente que eu estava atendendo as 22h30m após efetuar uma atualização do sistema. No caminho Cubatão -> São Vicente eu notei um certo barulho mas decidi chegar até um posto de gasolina para averiguar, sabia que era algo grave pois diversos motoristas me avisaram com luz alta sobre algum problema. Ao parar, notei que pneu traseiro esquerdo estava furado, no chão, estava saindo fumaça e tinha uma marca de desgaste no meio do perfil, por ter andado muito tempo vazio na estrada.
Tentei trocar e dei, sem prestar muita atenção, um golpe no sentido horário em cima da chave de roda que veio com o carro. A chave entortou e não teve mais jeito de usá-la, ninguém do posto tinha uma chave (ou queria emprestar), então chamei o seguro.
Resultado: após o atendimento do seguro, cheguei no hotel a 1h e ainda tive de gastar uns 500 reais com o pneu, pois o anterior não teve jeito de reaproveitar. Olhando o lado bom, que bom que eu tinha seguro!

Saque na CEF - Botucatu

Estava eu, retornando de São Paulo para Bauru quando percebi que não tinha dinheiro suficiente para pagar os 3 pedágios entre Botucatu e Bauru.
Sem problemas, pensei: Vou parar em Botucatu e sacar 60 reais.
Cheguei na agência, no primeiro caixa e tentei. O processo todo ocorreu normalmente e, quando foi para liberar o dinheiro ficou: Retire o seu dinheiro mas não tinha saído dinheiro nenhum da máquina. Esperei 5 min e nada, não saiu o dinheiro e ficou a mensagem: Retire o seu dinheiro. Depois disso a máquina fez um barulho e voltou a tela inicial. Fui olhar o extrado e os 60 reais tinham sido debitados.
Fiquei puto da vida, fui no caixa ao lado e tentei sacar 30 reais, aconteceu exatamente a mesma coisa.
Fui no último caixa e consegui sacar 30 reais.
Fiz diversas reclamações na CEF para ter os 90 reais de volta (dos primeiros saques que não saiu o dinheiro) e para resumir a história, após 6 meses de reclamações e ouvidorias e banco central é que o gerente da agência de botucatu depositou, do bolso dele, os 90 reais.
Ainda me considerei por sorte por ter conseguido sacar alguma coisa aquela noite.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Queda de muro.

Depois de um certo nível de azar, seus amigos passam a atribuir o azar deles a você. Foi o que aconteceu com um amigo meu, que estava em um cliente em MG. Enviei uma mensagem para ele no celular e aproximadamente 1h depois ele ligou, dizendo que 1 min depois que recebeu minha mensagem caiu uma parede de um prédio recém construído, assustando as pessoas que estavam almoçando (incluindo esse meu amigo). Ele me mostrou a data da foto do muro caído e a data da mensagem para "provar" a relação de causa e efeito. Isso faz com que qualquer coisa de errada que aconteça levante a pergunta: "Mas você falou com o Vinícius aquele dia?". Quando eu fiz o BLOG ele fez questão de pedir para que eu incluísse essa história, mas aqui não hein, essa Zicada tem um dono, e o nome dele é: Emerson Feitosa.

Enchente e chuvas

Você se recorda das enchentes que assolaram a cidade de Itajaí em SC? Pois é, eu estava lá!
Meus amigos ficaram me alugando tudo o que puderam. Bem, o tempo passou no final de junho do ano passado (2010), resolvi ir a Recife/PE com minha namorada comemorar 2 anos de namoro. Adivinha o que aconteceu lá? Choveu pra caramba, deu enchente e deu até na TV. Apesar disso foi tudo ótimo, mas não teve como não me lembrar que eu estive nas 2 enchentes.